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21/05/2013 - Pesquisa Nacional aponta 1757 caixas eletrônicos arrombados em 2012. Paraná é o 3° em número de expl

Fonte: Vigilantes Curitiba-www.vigilantescuritiba.org.br

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No total geral os ataques a bancos cresceram 56,89% em 2012 e atingiram 2.530 ocorrências em todo país, uma média assustadora de 6,92 por dia. Aconteceram 773 assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, o que representou um aumento de 18,22% em relação ao ano anterior. E foram apurados 1.757 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos, um crescimento estrondoso de 83,21%. Em 2011, foram registrados 1.612 ataques, sendo 653 assaltos e 959 arrombamentos.

Ataques por estados e por regiões
São Paulo é o estado que lidera o ranking, com 492 ataques. Em segundo lugar aparece Minas Gerais, com 301, em terceiro Paraná, com 214, em quarto Bahia, com 210, e em quinto Mato Grosso, com 185.
Já na região Sudeste, onde se encontra a maioria das agências, registrou o maior número de ações criminosas contra bancos, com 877 ocorrências, o que representa 35% do total de 2.530 ataques. Em seguida aparecem as regiões Nordeste, com 650 (26%); Sul, com 519 (20%); Centro-Oeste, com 350 (14%); e Norte, com 134 (5%).
Radiografia da violência nos bancos

'O aumento de ataques a bancos, sobretudo de arrombamentos, tem muito a ver com a onda de explosões de caixas eletrônicos, muitos instalados em locais inseguros e desprovidos de equipamentos de segurança', explica o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, João Soares. 'O Exército precisa melhorar a fiscalização e o controle do transporte, armazenagem e comércio de dinamite', aponta.

Carência de investimentos dos bancos

Conforme estudo feito pelo Dieese, com base nos balanços publicados em 2012, os seis maiores bancos lucraram R$ 51,3 bilhões e aplicaram R$ 3,1 bilhões em despesas com segurança e vigilância, o que representa uma média de 6,1% na comparação entre os lucros e os gastos com segurança.

'Esses dados dos balançossão bem inferiores aos números que os bancos divulgam na grande mídia, mas sem nenhuma transparência nem qualquer detalhamento. Os bancos dizem que estão preocupados com a segurança, mas gastam muito pouco diante de seus lucros gigantescos', salienta Otávio Dias, presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba.
A Caixa Econômica Federal foi a instituição que mais investiu em segurança em 2012 em relação ao lucro, atingindo 11,3%. Já o Itaú Unibanco, apesar de ter obtido o maior lucro do sistema financeiro, foi o que menos investiu no período na mesma comparação, com apenas 3,6%.
'Os bancos têm que parar de olhar as despesas de segurança e vigilância como custos, mas sim como investimentos que precisam ser aumentados. A vida das pessoas tem que ser colocada em primeiro lugar, pois é o patrimônio mais valioso que existe na face da terra', aponta Boaventura.

"Os estabelecimentos financeiros não podem ser frágeis, colocando em risco a vida de trabalhadores e clientes, que acabam sendo vítimas de assaltantes cada vez mais ousados, aparelhados e explosivos", enfatiza Carlos Cordeiro.

Mortes em assaltos envolvendo bancos

Outra radiografia da violência nos bancos é a pesquisa nacional sobre mortes em assaltos envolvendo bancos, elaborada pela Contraf-CUT e CNTV a partir de notícias da imprensa, com apoio técnico do Dieese.
Em 2012, 57 pessoas foram assassinadas, uma média de quase 5 vítimas fatais por mês, o que representa aumentos de 16,3% em relação a 2011, quando foram registradas 49 mortes, e de 147,8% em comparação com 2010, que teve 23 mortes.

São Paulo (15), Bahia (8), Rio de Janeiro (7), Ceará (4), Paraná (4), Alagoas (3) e Rio Grande do Sul (3) foram os estados com o maior número de casos. A principal ocorrência (53%) foi o crime de "saidinha de banco", que provocou 30 mortes. Já a maioria (58%) das vítimas foram clientes (33), seguido de vigilantes (9) e policiais (6). Dois bancários também foram mortos.

"Entra ano, sai ano, e mais pessoas continuam morrendo em assaltos envolvendo bancos, o que é inaceitável no setor mais lucrativo do país. Isso comprova o enorme descaso e a falta de mais investimentos dos bancos na proteção da vida de trabalhadores e clientes, bem como revela a fragilidade da segurança pública diante da falta de mais policiais e viaturas nas ruas e de ações de inteligência para evitar ações criminosas", afirma o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal, Jervalino Rodrigues Bispo.
"Os bancos cuidam mais da imagem, do marketing e da estética das unidades, enquanto tratam com imprudência a segurança dos estabelecimentos", critica o dirigente dos vigilantes. Isso pode ser comprovado com as multas aplicadas pela Polícia Federal nas reuniões da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal (PF).
Bancos multados por descumprimento da legislação de segurança

Em 2012, a PF multou 13 bancos em R$ 3,557 milhões por descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e normas de segurança. Dentre as principais irregularidades destacaram-se o número insuficiente de vigilantes, planos de segurança não renovados, alarmes inoperantes, inauguração de agências sem aprovação de plano de segurança, uso de bancários para transportar numerário, falta de coletes balísticos para vigilantes e cerceamento da fiscalização de policiais federais.

O campeão disparado de multas em 2012 foi o Bradesco, com R$ 1,240 milhão. O valor é quase o dobro do vice-campeão, o Banco do Brasil, com R$ 730,2 mil. Em seguida vêm o Itaú, com R$ 593,4 mil, o Santander com R$ 446,6 mil, a Caixa Econômica Federal com R$ 175,9 mil e o HSBC com R$ 170,7 mil.


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